# Videomaker para empresas: A diária que volta com as peças prontas e o piso no contrato.

> Videomaker para empresas em São Paulo: a diária da Spore grava a rotina e volta com os vídeos editados, com piso de 50 peças na diária de 4 horas, no contrato.

A equipe da Spore grava na sua empresa e devolve os vídeos editados, com legenda na tela, o texto de cada rede e a aprovação na sua mesa. Cada diária tem piso de peças escrito no contrato, e a conta é por peça entregue, não por dia de câmera.

## O que sai de uma diária de videomaker na Spore.

Muita diária de gravação termina no cartão de memória. Na Spore, a diária só termina quando cada assunto gravado vira peça pronta, com o texto de cada rede.

- Cortes curtos, um assunto por vídeo, com o gancho no começo
- Reels, TikTok e YouTube Shorts no vertical, com legenda na tela
- A versão do LinkedIn, para quem decide a compra
- O título, a descrição e as hashtags de cada rede, escritos a partir do que a peça diz
- A aprovação na sua mesa, com um clique por peça e o histórico de cada decisão
- O acervo: toda fala gravada fica transcrita e indexada, e a sua equipe acha qualquer trecho pelo assunto e pede vídeo novo enquanto durar o contrato
- O piso escrito no contrato: 50 peças na diária de 4 horas e 100 peças na diária de 8 horas

## Videomaker freelancer, videomaker na equipe ou diária com piso.

| | Videomaker freelancer | Videomaker na equipe | Diária da Spore |
|---|---|---|---|
| Como se paga | Por hora, por diária ou por trabalho | Salário e encargos, todo mês | Pela cadência de diárias do contrato |
| A edição | Às vezes inclusa, às vezes à parte | Com a mesma pessoa, no tempo que sobra | Inclusa: cada assunto vira peça editada |
| Volume | O combinado em cada trabalho | O que couber na semana | Piso de peças escrito no contrato |
| Texto de cada rede | Raramente | Depende de quem publica | Junto de cada peça, por destino |
| Aprovação | Por mensagem ou e-mail | Como a empresa organizar | Na mesa, com o histórico de cada decisão |
| O material gravado | Como for combinado | Fica na empresa | Transcrito e indexado no acervo, enquanto durar o contrato |

## Quanto custa contratar um videomaker: do que depende.

O preço de um videomaker muda com o tempo de gravação, com o que vem depois dela e com quantos vídeos voltam prontos. Comparar só o valor da diária esconde a parte que mais pesa, a edição. A Spore não publica tabela: a proposta sai depois de uma conversa de 30 minutos, com o piso de peças por escrito.

### A diária e a hora

Há videomaker que cobra por hora, por meia diária ou por diária inteira, e há quem cobre por trabalho fechado. A Spore trabalha por diária, não por hora: a diária de 4 horas e a diária de 8 horas, cada uma com piso de peças no contrato.

### A edição, que costuma ficar de fora

Em muito orçamento de gravação, a edição vem à parte, por vídeo ou por hora de ilha, e é ali que um dia de câmera rende poucos vídeos. Na Spore, a edição está dentro da diária: cada assunto gravado vira peça editada, com corte de ritmo, legenda na tela e o formato de cada rede.

### O texto de cada rede e a aprovação

Título, descrição e hashtags de cada rede, e o vai e volta da aprovação, também custam horas de alguém. Na Spore, o texto vem junto de cada peça, escrito a partir do que ela diz, e a aprovação acontece na mesa, com um clique e o histórico.

### Deslocamento e horário

Gravar em outra cidade ou além do horário muda a conta em qualquer orçamento. A Spore fica em São Paulo; para outra cidade, o deslocamento se combina antes, na proposta. Num dia mais longo, a captação segue os blocos que mais rendem, e quantas horas cabem fica escrito antes de assinar.

### A conta por peça

Para comparar orçamentos, divida o valor pelo número de vídeos editados que voltam prontos. A conta justa é por peça entregue, não por dia de câmera. Na Spore, o piso de cada diária vai no contrato: 50 peças na diária de 4 horas e 100 peças na diária de 8 horas. Cada peça é um corte de vídeo editado; as versões para cada rede não somam no piso.

### O contrato e o primeiro mês

Na Spore, a diária entra num contrato mensal, porque o que rende é a rotina gravada todo mês; para um evento só, as condições vão escritas na proposta. O primeiro mês tem o setup: a identidade da sua marca em vídeo (vinheta, transição e padrão de legenda), a configuração da mesa de aprovação e o treinamento de quem vai aprovar. Publicação e análise entram quando contratadas. A comparação com o filme da empresa está em [quanto custa um vídeo institucional](/blog/video-institucional-ou-recorrente/).

## Diária de 4 horas e diária de 8 horas.

O tamanho da diária segue a rotina. Cada peça é um corte de vídeo editado; as versões para cada rede não somam no piso.

### Diária de 4 horas

Piso de 50 peças, escrito no contrato. Meio dia acompanhando uma parte da rotina: uma frente, um porta-voz, uma agenda curta.

### Diária de 8 horas

Piso de 100 peças, escrito no contrato. Um dia inteiro, quando a rotina tem várias frentes e mais de uma pessoa para aparecer, ou num evento completo.

### A entrada

Contratos a partir de 6 meses podem começar com duas meias diárias por mês e piso de 100 peças por mês, por escrito.

[Ver a entrada com meias diárias](https://metodospore.com.br/entrada/)

## Como funciona a diária na empresa.

- **A conversa:** Em 30 minutos, a equipe entende a empresa, quem pode aparecer e o que não pode ser filmado.
- **A pauta da diária:** As perguntas dos clientes, os processos e as pessoas viram a lista do que gravar. Ninguém precisa inventar assunto.
- **A gravação:** A equipe da Spore grava a rotina que já existe, com lapela em quem fala e sem estúdio. Quem aparece só conversa; ninguém decora texto.
- **A edição:** Cada assunto vira um vídeo curto, com corte de ritmo, legenda na tela e o formato de cada rede. O sistema da Spore já editou 377 peças num único dia, em 26/08/2026, somando todos os clientes.
- **A mesa:** Os vídeos chegam à sua mesa com o texto de cada rede. Você aprova, devolve com um pedido de ajuste ou segura, com um clique por peça. Na operação de 09/08 a 27/09/2026, somando todos os clientes, a mediana da entrada da peça no sistema até o ar foi de 13 horas.
- **Depois da diária:** Toda fala fica transcrita e indexada no acervo. Com a publicação e a análise contratadas, cada peça entra na agenda de cada rede e é medida sozinha, como mostra [o que medimos](/o-que-medimos/).

## Videomaker, editor de vídeo ou social media: quem faz o quê.

São três trabalhos diferentes, e muita empresa contrata um esperando os outros dois.

### Videomaker

Grava: câmera, luz, som e a direção de quem aparece. Em muito orçamento, entrega o material bruto ou poucos vídeos editados.

### Editor de vídeo

Transforma a gravação em peça: corte, ritmo, legenda e formato. Sem gravação boa, tem pouco o que cortar.

### Social media

Cuida da conta: calendário, arte, legenda, publicação e resposta. Precisa de vídeo pronto para ter o que publicar.

### A diária da Spore

Junta a gravação e a edição, com o texto de cada rede e a aprovação na mesa. O social media que a empresa já tem recebe a peça pronta. O que sai para cada rede está em [produtora de vídeo para empresas](/producao-de-video-para-redes-sociais/).

Quer ver como fica a edição antes de contratar? Mande um vídeo curto pelo WhatsApp e veja como ele fica editado pela Spore.

## Mais sobre a diária.

- [Produtora de vídeo para empresas](https://metodospore.com.br/producao-de-video-para-redes-sociais/): Vídeos curtos para cada rede, gravados na sua empresa.
- [Cobertura de eventos](https://metodospore.com.br/eventos/): O videomaker para eventos que volta com as falas cortadas, peça por peça.
- [Uma gravação, dezenas de vídeos](https://metodospore.com.br/blog/uma-gravacao-dezenas-de-videos/): Como a diária vira peça, do corte pela fala ao texto de cada rede.

## O que perguntam antes de contratar um videomaker.

### Quanto custa contratar um videomaker?

Depende do tempo de gravação, do que vem depois dela e de quantos vídeos voltam prontos. A edição, o texto de cada rede e o deslocamento costumam mudar mais a conta do que a diária. Na Spore, a proposta sai depois de uma conversa de 30 minutos, com o piso de peças escrito no contrato, e a conta que vale é por peça entregue.

### Quanto custa a diária de um videomaker?

Varia com as horas, o equipamento, a cidade e o que está incluído. Antes de comparar valores, pergunte quantos vídeos editados voltam da diária. Na Spore, a diária de 4 horas tem piso de 50 peças e a diária de 8 horas tem piso de 100 peças, escritos no contrato.

### Quanto custa a hora de um videomaker?

Há quem cobre por hora e há quem cobre por meia diária ou por diária. A Spore trabalha por diária, não por hora: a de 4 horas e a de 8 horas, cada uma com o piso de peças escrito no contrato.

### Videomaker ou editor de vídeo: qual contratar?

Se a empresa já grava e o material fica parado, falta quem edite. Se não há o que editar, falta quem grave. Quando faltam os dois, e mais o texto de cada rede, a diária da Spore junta a gravação e a edição, com o piso de peças no contrato.

### Videomaker ou social media?

O social media cuida da conta; o videomaker grava. Um não substitui o outro: sem vídeo pronto, o social media não tem o que publicar. A Spore trabalha junto do social media que a empresa já tem e entrega a ele a peça pronta.

### Videomaker freelancer ou produtora?

O freelancer resolve um trabalho pontual. A produtora traz equipe, processo e alguém que responde pelo prazo. Para vídeo toda semana, compare o que cada um põe por escrito: quantos vídeos editados, em quanto tempo e com que aprovação.

### Vocês gravam fora de São Paulo?

A Spore fica em São Paulo. Para gravar em outra cidade, a conversa de 30 minutos vê a logística da diária, e o deslocamento se combina antes, na proposta.

### Dá para ver a edição antes de contratar?

Dá. Mande um vídeo curto pelo WhatsApp e veja como ele fica editado pela Spore.

## Contato

Uma conversa de 30 minutos mostra o que a diária grava na sua empresa e quantas peças voltam prontas. Fale com a Spore pelo WhatsApp (https://metodospore.com.br/videomaker-para-empresas/) ou escreva para comercial@metodospore.com.br.
