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Para agências de eventos: A proposta do próximo evento pode levar mais que um vídeo.

Sua agência vende o evento. A Spore entra com as falas: grava palco, painel, estande e bastidor e entrega os cortes prontos para cada rede. Na diária de 8 horas, o piso de 100 peças vai escrito no contrato.

Tem uma concorrência aberta? Mande o briefing do evento do seu cliente: a Spore devolve o escopo de conteúdo para a sua proposta.

O que vira peça

A programação do evento já é a pauta.

Ninguém precisa inventar assunto: o evento tem palco, painel, estande e gente que sabe explicar o que faz. Um registro prova que o evento aconteceu e rende uma peça. O método grava por que cada um veio, o que foi dito e o que aconteceu ali, e isso rende uma série.

  1. A abertura

    Quem organiza explica por que o evento existe e o que vem pela frente.

  2. A palestra

    Cada fala que vale a pena vira peça própria, com o nome de quem fala escrito do jeito certo.

  3. O painel

    A pergunta da plateia, quando quem pergunta autoriza, e a resposta que ninguém esperava.

  4. O estande

    O expositor mostrando o produto, o visitante contando por que veio, o patrocinador dizendo por que está ali.

  5. O bastidor e o depois

    Quem vai subir ao palco, minutos antes, e a conversa logo depois da fala, ainda quente.

Um vídeo ou dezenas de peças

O mesmo dia de evento, duas entregas.

O pedido comum de vídeo de evento e a entrega da Spore, lado a lado
O pedido comumCom a Spore
O que sai do diaUm aftermovie e alguns reelsNa diária de 8 horas, o piso de 100 peças, escrito no contrato
As falasFicam na gravaçãoCada fala que vale a pena vira peça própria, no formato de cada rede
O texto de cada redeFica para quem publicaTítulo, descrição e hashtags de cada destino, junto da peça
A aprovaçãoEspalhada em mensagensNa mesa, com o histórico de quem aprovou o quê
Depois do eventoO bruto vai para uma pastaTranscrito e indexado no acervo, para pedir vídeo novo no prazo de acesso escrito na proposta
No relatórioO que foi entregueCom a análise contratada, o que cada peça fez em cada rede

O objetivo do cliente

Cada objetivo do evento pede uma peça diferente.

A conversa começa pelo que o cliente da agência quer do evento. Depois vem o que a captação com método, a edição em volume, a mesa, o acervo e a medida somam a esse objetivo.

  • Vender a próxima edição

    As falas mais fortes viram a pré-venda: a peça de cada palestrante, o trecho que abre o apetite, o convite feito por quem esteve lá.

    Na Spore, o bruto fica transcrito e indexado, e dá para pedir vídeo novo no prazo de acesso escrito na proposta.

  • Prestar contas ao patrocinador

    Quem patrocina quer ver o que foi ao ar, não a arte aprovada.

    Na Spore, com a publicação e a análise contratadas, cada peça volta medida em cada rede conectada, com o endereço da publicação.

  • Falar com cada público

    Um vídeo fala com todo mundo ao mesmo tempo. Com dezenas de peças, a marca fala com cliente, equipe de vendas, imprensa e patrocinador, cada um com a sua.

    Na Spore, cada peça sai com o título, a descrição e as hashtags de cada rede.

  • Fazer quem esteve lá aparecer

    Palestrante, expositor e patrocinador querem a peça em que aparecem, para as próprias contas. O evento passa a circular em muitas contas, não só na oficial.

    Na Spore, cada peça fica pronta para baixar e mandar a quem aparece nela, como o contrato combinar.

Para a agência

A agência vende o evento. A Spore entra no conteúdo.

Para a agência, a Spore é a produção e a tecnologia de conteúdo que ela não precisa montar a cada job: a equipe que grava, a edição para cada rede, a mesa de aprovação, o acervo e a medida. O formato da parceria se combina caso a caso.

  • Sem montar equipe a cada evento: a captação, a edição em volume e o sistema vêm prontos
  • Com o briefing e o mapa do evento, a Spore devolve o escopo de conteúdo (diárias, piso de peças, prazo e quem aprova) para a agência pôr na proposta ao cliente
  • Com vários eventos no ano, as diárias podem seguir o calendário da agência, nos eventos de clientes diferentes, num formato combinado caso a caso
  • Como a Spore aparece, quem fatura, o prazo de pagamento e o que vale para o cliente da agência vão escritos no contrato, caso a caso
  • A Spore não disputa o palco, o telão, a transmissão nem o aftermovie: cuida das falas para as redes, junto da equipe de áudio e vídeo do evento

Caso a caso

Antes de propor, a Spore entende o evento.

  1. A conversa de 30 minutos

    A agência manda o briefing e conta o evento: data, cidade, programação, palcos, quem fala, quem patrocina, quem expõe e o que o cliente quer dele.

  2. O mapa do evento

    A programação vira o mapa da captação: as falas que mais rendem, os painéis, os estandes, quem dá depoimento e o que não pode ser filmado.

  3. A proposta, por escrito

    Com o mapa, a proposta diz quantas diárias, de 4 horas ou de 8 horas, quantas equipes cabem, o piso de peças de cada diária, o prazo das peças e quem aprova. Sem o mapa, não há proposta.

  4. A diária no evento

    A equipe grava sem atrapalhar o evento: lapela em quem fala, o som da mesa combinado antes e a conversa no bastidor e no estande. Ninguém decora texto, e nada é encenado.

  5. As peças na mesa

    Cada corte chega pronto para cada rede, com o título, a descrição e as hashtags de cada destino. Quem aprova decide peça por peça: aprovar, devolver ou embargar.

  6. A medida e o acervo

    Com a publicação e a análise contratadas, cada peça é medida em cada rede conectada. O bruto fica transcrito e indexado, e dá para pedir vídeo novo a partir dele no prazo de acesso escrito na proposta.

O contrato

Na proposta, o volume vai escrito.

Contrato de conteúdo · o piso

Diária de 4 horas
piso de 50 peças
Diária de 8 horas
piso de 100 peças

Peça é cada corte de vídeo editado; as versões para cada rede não somam. Além dos vídeos, a diária rende artes, carrosséis e posts de blog.

Ilustração: o piso que vai escrito no contrato.

Volume que não está no papel não tem como ser cobrado. Na Spore, o piso de cada diária vai escrito no contrato, com o que conta como peça. É o número que a agência pode levar ao cliente na proposta do evento.

O mecanismo, medido

Pactue, consultoria empresarial em São Paulo: O dobro de publicações e 13,9 vezes as curtidas, no mesmo período.

Ainda não há evento entre os casos publicados da Spore. A Pactue é uma consultoria: o caso está aqui pelo mecanismo, que não muda de setor (mais peças, o texto de cada rede e a conta medida antes e depois, no mesmo período). O primeiro evento autorizado vira o caso desta página.

Nos mesmos 22 dias, as interações foram de 19 para 284 (14,9 vezes) e as visualizações dos vídeos, de 238 para 4.476 (18,8 vezes, com 29 vídeos contra 6). Contra toda a vida anterior da conta, 6 meses e 94 publicações, são 7,8 vezes as curtidas. Sem ganho ainda: o YouTube, com 2 publicações, e os compartilhamentos no LinkedIn e no Facebook, que seguem em zero. Não se promete resultado: mede-se.

FonteColeta das redes da Pactue em 07/10/2026, marco em 16/09/2026; os 22 dias de antes vão de 25/08 a 15/09/2026. As curtidas vão na frente porque aparecem em público em todo formato; as visualizações só se comparam de vídeo com vídeo. Sem post impulsionado no período. Publicado com autorização da Pactue.

22 dias antes da Spore

19

curtidas em 18 publicações

22 dias com a Spore

265

curtidas em 37 publicações, de 16/09 a 07/10/2026

Ilustração da mesa de aprovação da plataforma: a peça pronta espera o Aprovar, o Devolver ou o Embargar.

Já vem embalado

A agência aprova. A peça sai pronta para cada rede.

  • A mesa

    Aprovar, devolver ou embargar, isto é, segurar a peça para que ela não vá ao ar. Um clique por decisão, com o histórico de quem decidiu e quando.

  • Quem aprova

    A agência e o cliente: quem aprova, em que ordem e em quanto tempo fica combinado antes do evento. O aceite do patrocinador e do palestrante chega pela agência.

  • O Editor

    Quer mudar um corte? O Editor ajusta o vídeo sem ninguém da equipe precisar saber editar.

  • O WhatsApp

    Pergunte pelo WhatsApp: a IA da casa acha a peça, manda o arquivo e chama uma pessoa da equipe quando precisa.

Antes do evento

O que vai ao ar fica combinado por escrito.

Evento tem palestrante, patrocinador, público e regra de cada um. Antes da primeira diária, a agência e a Spore combinam por escrito o que pode ir ao ar e quem autoriza.

  • A autorização de quem fala: palestra é obra protegida, e a fala só vai ao ar com o aceite do palestrante
  • O aviso de uso de imagem na inscrição, para o público, e a autorização por escrito de quem aparece em destaque; quem não autoriza fica fora das peças
  • Criança, só com a autorização de quem responde por ela
  • O que não pode ser filmado: área restrita, conteúdo interno, convidado que não quer aparecer
  • O que fica só para os inscritos: quando a palestra é vendida, o corte é o trailer, não a aula
  • A música do evento: as peças são de fala, e trecho com música de terceiros só vai ao ar com licença
  • A peça feita para o patrocinador sai identificada como publicidade
  • Quem aprova cada peça, em que ordem e em quanto tempo

Tem um evento no calendário do cliente? Uma conversa de 30 minutos mostra quanto ele rende em peças.

Fale com a Spore pelo WhatsApp

Conteúdo de eventos para agências

Do palco às redes, sem perder o que foi dito.

A Spore é um sistema de inteligência audiovisual, em São Paulo, que grava as falas de eventos corporativos (convenções, congressos, feiras de negócios, lançamentos e encontros de clientes) e entrega os cortes editados para Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e Facebook, com o texto de cada destino e a aprovação na mesa de quem responde pelo evento. Para agências de eventos e de live marketing, ela entra como a produção e a tecnologia de conteúdo do dia do evento e das semanas seguintes.

Por que um vídeo só não basta

O aftermovie sai uma vez e fala com todo mundo ao mesmo tempo. As falas do palco, os painéis e os depoimentos falam com públicos diferentes e podem sair por semanas: cada corte é uma peça própria, no formato e com o texto de cada rede.

Fala, não cobertura

O método da Spore é de fala: toda peça tem alguém falando, sem imagem de cobertura. Por isso rende mais o evento em que gente explica, pergunta e responde: congresso, convenção, feira de negócios, lançamento, encontro de clientes.

Depois do evento

Toda fala gravada é transcrita e indexada no acervo. No prazo de acesso escrito na proposta, a agência acha qualquer fala pelo assunto e pede vídeo novo a partir dela: o convite da próxima edição, a peça de cada patrocinador.

Perguntas

O que agências de eventos costumam perguntar.

E o aftermovie?

Continua com quem já faz. A Spore entra com as falas: o palco, o painel, o estande e o bastidor, cada fala que vale a pena como peça própria, com o texto de cada rede. Se o cliente quiser um resumo feito pela Spore, ele é contado pelas falas de quem esteve lá, sem imagem de cobertura.

Tanta peça não vai lotar o perfil do cliente?

Não precisa sair tudo na mesma semana. As peças se distribuem no calendário até a próxima edição e nas contas de quem aparece: palestrantes, patrocinadores e expositores.

As peças saem no mesmo dia?

O prazo do evento se combina antes e vai escrito no contrato: o da primeira leva e o do restante. Como referência, na operação de 09/08 a 27/09/2026, com clientes de campanha eleitoral e de empresa, a mediana entre a peça entrar no sistema e estar no ar foi de 13 horas. É medida, não promessa de prazo, e ainda não é medida de evento.

Quem aprova as peças: a agência ou o cliente?

Quem a agência e o cliente decidirem. Antes do evento, fica combinado quem aprova, em que ordem e em quanto tempo; o aceite do patrocinador e do palestrante chega pela agência. Cada peça chega à mesa com o texto de cada rede, nada vai ao ar sem aprovação, e o histórico mostra quem decidiu o quê, e quando.

A Spore fala direto com o meu cliente?

O formato da parceria e o que vale para o cliente da agência vão escritos no contrato, caso a caso. Na conversa de 30 minutos, a agência conta como trabalha com o cliente, e o combinado entra no papel antes do evento.

Quem fatura, e como a agência ganha?

Quem fatura, como a agência é remunerada e o prazo de pagamento vão escritos no contrato, caso a caso, antes do evento. Na conversa de 30 minutos, a agência conta como costuma contratar fornecedor, e a proposta sai no formato combinado.

Quanto custa?

O valor sai depois do mapa do evento, porque depende da programação, do número de palcos, da cidade e do prazo. Na conversa, a conta é por peça entregue, não por dia de câmera. A conversa de 30 minutos diz se cabe no orçamento do evento.

E a autorização dos palestrantes e do público?

Palestra é obra protegida: a fala só vai ao ar com a autorização de quem falou, que costuma entrar no contrato do palestrante com quem organiza. Para o público, o aviso de uso de imagem vai na inscrição, e quem aparece em destaque autoriza por escrito. Quem não autorizar fica de fora das peças.

A palestra é vendida aos inscritos. O corte não esvazia o acesso pago?

O corte é o trailer, não a aula: escolhe-se o trecho que abre o apetite, e a palestra inteira continua para quem pagou. O que fica só para os inscritos se combina antes do evento.

O evento tem vários palcos ou passa de 8 horas. Como fica?

A janela de captação segue a programação: as falas que mais rendem. O mapa do evento mostra onde gravar, e a proposta diz quantas diárias e quantas equipes cabem, depois de reservar a captação e a edição.

A Spore publica nas contas do evento e do cliente?

Quando a publicação é contratada, a peça aprovada vai ao ar pelo calendário do sistema, nas contas conectadas. Sem ela, cada peça fica pronta para baixar, com o texto de cada rede, para quem publica.

O material gravado fica com quem?

As peças ficam com a agência e o cliente, prontas para baixar. O bruto fica com a Spore, transcrito e indexado no acervo: no prazo de acesso escrito na proposta, eles acham qualquer fala pelo assunto e pedem vídeos novos a partir dela.

Uma ferramenta de IA não faz isso?

Na Spore, a IA entra depois da gravação: transcreve cada fala, indexa o acervo e escreve o título, a descrição e as hashtags de cada rede a partir do que a peça diz. Antes, a equipe grava com método, com lapela em quem fala. Depois, quem decide o que vai ao ar é a mesa.

Tem caso de evento para mostrar ao meu cliente?

Ainda não. As provas publicadas vêm de empresa e de campanha: o piso no contrato, a mesa com histórico e a medida peça a peça. O primeiro evento autorizado vira o caso desta página; até lá, a conversa de 30 minutos mostra o método no evento do seu cliente.

O evento é fora de São Paulo. Dá?

A Spore fica em São Paulo. Para evento em outra cidade, a conversa de 30 minutos vê a logística da diária.

Conte o próximo evento do seu cliente numa conversa de 30 minutos.

Você conta o evento; a Spore diz o que vira peça, quem pode aparecer e o que entra na proposta. O valor sai depois do mapa do evento, porque depende da programação e do volume.

Fale com a Spore pelo WhatsApp

Abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Quem responde primeiro é a IA da Spore, que chama uma pessoa da equipe quando precisa.