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Cobertura de eventos: Um evento inteiro não cabe num vídeo só.

Cada fala que vale a pena vira peça pronta para cada rede: para vender a próxima edição, cumprir a contrapartida do patrocinador e levar o evento a quem não estava. Na diária de 8 horas, o piso de 100 peças vai escrito no contrato.

Congressos, feiras, convenções, encontros de clientes e lançamentos. Em São Paulo.

O que vira peça

Num evento, a pauta já está na programação.

Ninguém precisa inventar assunto, e ninguém decora texto: o evento tem palco, plateia, estande e gente que veio para falar. A equipe da Spore conduz a conversa no bastidor e no estande, e quem não autorizar fica de fora.

  • A frase da palestra que se entende sozinha, fora do auditório
  • Cada debatedor do painel, com a resposta dele
  • A pergunta da plateia e a resposta do palco, quando quem pergunta autoriza
  • O expositor explicando, no estande, o que veio mostrar
  • O patrocinador dizendo por que está ali
  • O bastidor: por que a pessoa veio e o que espera ouvir
  • A conversa logo depois do palco, ainda quente
  • A abertura e o encerramento, com quem organiza

Para que o evento aparece

Cada objetivo do evento pede um corte diferente.

A Spore não começa pela câmera. Começa pelo que o evento precisa resolver, e cada objetivo pede uma parte da programação.

  • Vender a próxima edição

    A fala que mais rendeu abre a pré-venda, e quem não foi descobre o que perdeu nas peças da semana seguinte.

    Na Spore, toda fala fica transcrita e indexada: no prazo de acesso escrito na proposta, você acha qualquer trecho pelo assunto e pede um vídeo novo a partir dele.

  • Cumprir a contrapartida do patrocinador

    O patrocinador quer mais que o logo no telão, e o relatório pede a prova do que foi publicado, não a arte aprovada. A peça dele pode entrar na cota, como contrapartida de conteúdo combinada antes do evento.

    Na Spore, a peça do patrocinador espera na mesa até o aceite e, com a publicação e a análise contratadas, volta com o endereço de cada publicação e a medida de cada rede conectada.

  • Fazer o evento circular

    Quando palestrantes, expositores e patrocinadores publicam as peças em que aparecem, o evento sai da conta oficial e chega às contas deles.

    Na Spore, cada peça fica disponível para baixar, e a sua equipe manda a cada um as peças em que ele aparece, como o contrato combinar.

  • Levar a convenção a quem não estava

    A fala da diretoria, o time reconhecido no palco, o cliente que contou o que mudou: cada trecho vira peça para quem ficou na loja, na fábrica ou na rua.

    Na Spore, o que é só para o público interno fica fora da rede aberta, combinado por escrito, e também passa pela mesa.

Como contratar

Três jeitos de pôr o evento no contrato.

O piso de cada diária vai escrito no contrato. O que muda é como o evento entra nele e por quanto tempo o acervo fica aberto.

  • Dentro do contrato

    A sua empresa tem convenção, encontro de clientes ou lançamento marcado? O evento pode ser a primeira diária do contrato mensal, e as peças da rotina continuam depois dele. O acervo fica aberto enquanto o contrato durar.

  • Calendário de eventos

    Para a entidade ou a promotora com vários eventos no ano: as diárias seguem o calendário e, entre um evento e outro, a rotina de quem organiza. O acervo fica aberto enquanto o contrato durar.

  • Um evento só

    Para quem faz um evento por ano, e para a marca que patrocina ou expõe: as condições de evento vão escritas na proposta, com as horas de captação, o piso, o prazo das peças e o prazo de acesso ao acervo, antes de assinar.

Como funciona

Do palco às redes, num método só.

  1. A conversa sobre o evento

    Trinta minutos sobre cinco pontos: a programação, quem fala, o que é pago, quem recebe o quê e quem aprova. Deles saem as horas de captação, quantas equipes cabem, o piso e o prazo das peças, escritos na proposta.

  2. Antes do dia

    Os termos de quem sobe ao palco, o aviso de uso de imagem na inscrição, a autorização de quem vai aparecer em destaque, o áudio do palco combinado com quem cuida do som e a lista do que é pago ou sigiloso.

  3. A diária no evento

    A equipe da Spore grava o palco, a pergunta da plateia, o estande e o bastidor, com lapela em quem fala. O piso vai escrito no contrato: 50 peças na diária de 4 horas e 100 peças na diária de 8 horas. Cada peça é um corte de vídeo editado; as versões para cada rede não somam.

  4. A edição para cada rede

    Cada corte sai no formato, na duração e com a legenda na tela de cada destino: Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e Facebook. A diária ainda rende artes, carrosséis e posts de blog.

  5. O texto de cada rede

    Título, descrição e hashtags escritos a partir do que a peça diz, com os nomes de quem fala, de quem expõe e de quem patrocina conferidos pela lista que o evento passar.

  6. A mesa de aprovação

    Quem responde pelo evento aprova, devolve ou embarga cada peça, isto é, segura a peça para que ela não vá ao ar. Se a peça do patrocinador ou a do palestrante precisa do aceite deles, ela espera na mesa até a organização trazer o aceite.

  7. Depois do palco

    O evento acaba, e as peças continuam saindo por semanas. Toda fala fica transcrita e indexada no acervo e, com a publicação e a análise contratadas, cada peça é medida em cada rede conectada: o que rendeu orienta a próxima edição.

Qual é o seu próximo evento? Quanto antes a conversa, mais falas entram: a autorização de quem sobe ao palco vai no termo, antes do dia.

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Direitos e cuidados

A fala do palco tem dono. O uso se combina antes, por escrito.

Palestra é obra protegida pela Lei de Direitos Autorais, e a imagem de quem aparece também tem regra. Antes da diária, a Spore e quem organiza combinam o que pode ir para a rede aberta, e isso vai por escrito, junto do contrato.

  • A autorização de quem sobe ao palco, no termo do palestrante com o organizador
  • O aviso de uso de imagem na inscrição e a autorização por escrito de quem aparece em destaque; criança, só com a autorização de quem responde por ela
  • O que é pago continua pago: o corte é a chamada, e a palestra inteira fica no acesso dos inscritos
  • A peça feita para o patrocinador sai identificada como publicidade
  • Show e música ambiente não entram em peça de marca sem licença: a peça do evento é de fala
  • Congresso de saúde e setor regulado seguem a regra do setor, combinada evento a evento
  • Nada vai ao ar sem passar pela mesa, e a peça embargada não sai
Ilustração da mesa de aprovação da plataforma: a peça pronta espera o Aprovar, o Devolver ou o Embargar.

Já vem embalado

Você aprova. A peça sai pronta para cada rede.

  • A mesa

    Aprovar, devolver ou embargar com um clique, com o histórico de cada decisão. A mesa já registrou 3.937 aprovações, de 09/08 a 27/09/2026, somando todos os clientes da operação.

  • As peças de cada um

    Cada peça fica disponível para baixar, em várias qualidades, e a sua equipe manda a palestrantes, expositores e patrocinadores as peças em que eles aparecem.

  • O Editor

    Quer mudar um corte? O Editor ajusta o vídeo sem que você precise saber editar.

  • O WhatsApp

    Pergunte pelo WhatsApp: a IA da casa acha a peça, manda o arquivo e chama uma pessoa da equipe quando precisa.

O caso medido

Pactue, consultoria empresarial em São Paulo: O dobro de publicações e 13,9 vezes as curtidas, no mesmo período.

A Pactue é uma consultoria, não um evento. O caso está aqui pelo mecanismo, que não muda de setor: publicação mais frequente, vídeo feito para cada rede e a conta medida antes e depois, no mesmo período.

Nos mesmos 22 dias, as interações foram de 19 para 284 (14,9 vezes) e as visualizações dos vídeos, de 238 para 4.476 (18,8 vezes, com 29 vídeos contra 6). Contra toda a vida anterior da conta, 6 meses e 94 publicações, são 7,8 vezes as curtidas. Sem ganho ainda: o YouTube, com 2 publicações, e os compartilhamentos no LinkedIn e no Facebook, que seguem em zero. Não se promete resultado: mede-se.

FonteColeta das redes da Pactue em 07/10/2026, marco em 16/09/2026; os 22 dias de antes vão de 25/08 a 15/09/2026. As curtidas vão na frente porque aparecem em público em todo formato; as visualizações só se comparam de vídeo com vídeo. Sem post impulsionado no período. Publicado com autorização da Pactue.

22 dias antes da Spore

19

curtidas em 18 publicações

22 dias com a Spore

265

curtidas em 37 publicações, de 16/09 a 07/10/2026

Cobertura de eventos corporativos

Por que um dia de evento rende mais do que um vídeo.

A Spore é um sistema de inteligência audiovisual, em São Paulo, que grava congressos, feiras, convenções, summits e lançamentos e entrega os cortes editados para Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e Facebook, com o texto de cada rede e a aprovação na mesa de quem organiza.

O aftermovie, contado pelas falas

O resumo do evento pode ser uma das peças, contado pelas falas de quem esteve lá, sem imagem de cobertura. A diferença está no resto do dia: em vez de ficar numa pasta, cada fala que vale a pena vira peça própria, com o corte e o texto de cada rede.

Filmagem de palestra que vira série

Gravar a palestra inteira é registro, e registro rende uma peça. O método da Spore grava também por que a pessoa veio, o que foi dito de relevante e a conversa logo depois do palco: a história inteira de um painel rende uma série.

O relatório pós-evento

Com a publicação e a análise contratadas, o relatório traz o que foi ao ar, com o endereço de cada publicação e a medida de cada rede conectada. É o que o patrocinador e a prestação de contas pedem, e o que a arte aprovada não mostra.

Som, palco e transmissão

A Spore não disputa o palco, o telão nem a transmissão: cuida das peças para as redes. O áudio do palco se combina antes com quem cuida do som do evento, e quem fala usa lapela.

Para quem é

Empresas com convenção de vendas, summit, encontro de clientes ou lançamento; organizadores de congressos e feiras, associações e sociedades com evento anual; e marcas que patrocinam ou expõem e querem o evento visto pelos olhos delas.

Perguntas

O que quem organiza evento costuma perguntar.

O aftermovie continua?

Pode ser uma das peças, contado pelas falas de quem esteve lá: o método da Spore é de fala, sem imagem de cobertura. A diferença está no resto do dia: em vez de ficar numa pasta, cada fala que vale a pena vira peça própria, com o corte e o texto de cada rede.

Tanta peça não vai lotar o perfil do evento?

Não precisa sair tudo na mesma semana. As peças se distribuem no calendário até a próxima edição e nas contas de quem aparece: palestrantes, patrocinadores e expositores. Quem publica é a sua equipe, a sua agência ou a Spore, quando a publicação é contratada.

As peças saem no mesmo dia?

O prazo de evento vai escrito na proposta, antes do contrato, e depende de quem aprova. O que a Spore já mediu: na operação de 09/08 a 27/09/2026, com clientes de campanha eleitoral e de empresa, metade das peças foi ao ar em até 13 horas depois de entrar no sistema. A conta não começa na gravação, e ainda não é medida de evento.

Quanto custa?

O valor sai depois da conversa sobre o evento, porque depende das horas de captação, do número de palcos e do prazo. Na conversa, a conta é por peça entregue, não por dia de câmera. Num contrato de conteúdo, o evento usa uma das diárias do mês.

E o material gravado?

As peças ficam com você, prontas para baixar em várias qualidades. O bruto fica com a Spore, no acervo, transcrito e indexado: no prazo de acesso escrito na proposta, você acha qualquer fala pelo assunto e pede vídeos novos a partir dela.

E a autorização dos palestrantes?

Palestra é obra protegida pela Lei de Direitos Autorais, e o uso depende da autorização de quem fala. Ela entra no termo do palestrante com o organizador, antes do dia, e quem não autorizar fica de fora. Quem autoriza recebe as peças em que aparece, como a organização combinar.

As palestras são pagas para os inscritos. Como fica?

O corte é a chamada, não a aula: escolhe-se o trecho que abre o apetite, e a palestra inteira continua no acesso pago. O que vai para a rede aberta fica combinado por escrito, evento a evento.

O patrocinador precisa aprovar e receber a prova. Dá?

Dá. A peça dele espera na mesa até a organização trazer o aceite, e o histórico guarda quem decidiu e quando. Com a publicação e a análise contratadas, cada peça volta com o endereço de cada publicação e a medida de cada rede conectada ao sistema: o que foi ao ar, não a arte aprovada. O formato que o edital ou o patrocinador pede entra na conversa, antes do contrato.

O evento dura mais que a diária, ou tem vários palcos. Como fica?

A diária é de 4 horas ou de 8 horas. Num dia mais longo, a captação segue os blocos da programação que mais rendem. Quantas horas e quantas equipes cabem, a proposta diz depois de reservar a captação e a edição, antes de assinar.

Uma ferramenta de IA não corta isso sozinha?

Na Spore, a IA entra depois da gravação: transcreve cada fala, indexa o acervo e escreve o título, a descrição e as hashtags de cada rede a partir do que a peça diz. Antes, a equipe grava com método, com lapela em quem fala. Depois, quem decide o que vai ao ar é a sua mesa.

E o tráfego pago da próxima edição?

A Spore dá a base: as peças prontas para impulsionar a pré-venda, com a sua equipe ou com quem já cuida do tráfego. Com a análise contratada, a Spore indica as peças que mais rendem para impulsionar.

Quem já fez evento com a Spore?

As provas que a Spore pode mostrar hoje vêm de campanha e de empresa, como o caso da Pactue nesta página, medido numa conta só, de consultoria: não é promessa para o seu evento. O primeiro evento autorizado vira caso medido, com o período e o que não melhorou. Até lá, a conversa de 30 minutos mostra o mecanismo aplicado à sua programação.

O evento é da área da saúde. Muda alguma coisa?

Muda o combinado: a regra do conselho profissional para falar ao público leigo entra por escrito antes do primeiro dia, e o que é só para profissionais fica fora da rede aberta. A organização decide cada peça na mesa.

Sou de uma agência de eventos. Dá para trabalhar junto?

Dá. Para a agência de eventos, a Spore é a produção e a tecnologia de conteúdo que ela não precisa montar a cada job: grava, edita e entrega as peças do evento, com o piso escrito no contrato. O formato da parceria se combina caso a caso.

O evento é fora de São Paulo. Dá?

A Spore fica em São Paulo. Para evento em outra cidade, a conversa de 30 minutos vê a logística da diária.

Conte o seu próximo evento numa conversa de 30 minutos.

Você conta o evento; a Spore diz o que vira peça, quem pode aparecer e o que precisa de autorização. O valor sai depois da conversa, porque depende das horas de captação e do prazo.

Fale com a Spore pelo WhatsApp

Abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Quem responde primeiro é a IA da Spore, que chama uma pessoa da equipe quando precisa.