Um minuto, sete perguntas
Raio-x do conteúdo: quanto da sua rotina vira peça?
Sete perguntas, quase todas de um toque, sobre a rotina da sua empresa ou do seu mandato. No fim, você vê o que já vira peça, o seu placar nas cinco perguntas que vale fazer antes de assinar, o que levar para a próxima reunião e o formato que costuma caber. Sem nome, sem e-mail e sem cookie: as respostas não saem da sua tela e só chegam à Spore se você mandar o resumo pelo WhatsApp.
As sete perguntas
Onde a sua rotina acontece?
No canteiro de obra; No chão de fábrica; Em campo ou em várias unidades; No escritório, atendendo clientes; No gabinete e na agenda de um mandato.
O que acontece aí numa semana comum?
No canteiro de obra: Concretagem, estrutura ou outra etapa grande; O engenheiro decidindo no canteiro; DDS e rotina de segurança; Visita de cliente ou de corretor; Entrega de chaves ou de etapa; O corretor respondendo sempre à mesma pergunta.
No chão de fábrica: A linha rodando; Teste de qualidade; Alguém operando a máquina que poucos operam; DDS e segurança do trabalho; Carga saindo na expedição; Cliente visitando a planta; Algo com data: expansão, certificação, lançamento.
Em campo ou em várias unidades: Visita técnica ao cliente; Abertura ou reforma de unidade; Treinamento de equipe; Atendimento no balcão ou na loja; Plantio, colheita ou dia de campo; Problema resolvido na hora, no local.
No escritório, atendendo clientes: Especialista explicando o que sabe; Entrega de projeto ao cliente; Evento, palestra ou treinamento; O comercial respondendo sempre à mesma pergunta; A equipe resolvendo um problema; Cliente contando o que mudou; Algo com data: lançamento, turma, inauguração.
No gabinete e na agenda de um mandato: O que acontece numa semana comum do mandato? Sessão no plenário ou na comissão; Audiência pública; Visita ou fiscalização em bairros e cidades; Reunião com entidade ou setor; Atendimento no gabinete; Projeto de lei apresentado ou em debate; Prestação de contas do mandato.
Quanto da semana dá para acompanhar com câmera?
Mais de um dia; Um dia inteiro; Uma manhã ou uma tarde; Menos que isso, por enquanto; Ainda não sei.
Quem faz o conteúdo da empresa hoje?
No canteiro de obra · No chão de fábrica · Em campo ou em várias unidades · No escritório, atendendo clientes: Uma agência, com contrato mensal; Alguém da casa ou uma equipe interna; Freelancer ou produtora, quando dá; Tivemos agência e saímos; Ninguém, por enquanto.
No gabinete e na agenda de um mandato: Quem cuida da comunicação do mandato hoje? Uma equipe no gabinete; Uma pessoa só, que faz tudo; Uma empresa contratada; Ninguém dedicado a isso.
Quantos vídeos gravados na sua rotina foram ao ar no mês passado?
No canteiro de obra · No chão de fábrica · Em campo ou em várias unidades · No escritório, atendendo clientes: Nenhum; 1 a 3; 4 a 10; Mais de 10; Não sei. Ninguém conta.
No gabinete e na agenda de um mandato: Da agenda de uma semana, quanto vira peça? Quase nada; Uma foto com legenda por compromisso; Alguns vídeos, quando dá tempo; Quase tudo, mas a equipe não aguenta.
Por quanto tempo você pensa em ter conteúdo no ar?
Por pouco tempo, para testar; De seis meses a um ano; Um ano ou mais, como rotina; Ainda não sei.
Por último: quais destas perguntas ficam sem resposta hoje?
Quantas peças por mês estão garantidas por escrito? Onde a peça é aprovada, e quem vê o histórico? Quanto tempo cada peça leva para ir ao ar? O que acontece com o que foi gravado e não virou peça? Quem aparece nos vídeos, e quanto tempo isso toma? Sei responder a todas.
Perguntas
Perguntas sobre o raio-x.
O que perguntar antes de contratar uma agência?
Cinco perguntas, que valem para agência, produtora ou equipe interna: quantas peças por mês vão escritas no contrato; onde a peça é aprovada e quem vê o histórico; quanto tempo a peça leva para ir ao ar; o que acontece com o material bruto; e quem aparece nos vídeos, com o tempo que isso toma. O raio-x desta página confere as cinco em cerca de um minuto.
O que o raio-x mostra no fim?
O que da sua rotina já vira peça, o seu placar de 0 a 5 nas cinco perguntas antes de assinar, uma lista para a próxima reunião e o formato que costuma caber. O placar mostra o que já tem resposta hoje; não avalia pessoa nem empresa. Não é proposta: a conversa de 30 minutos confirma.
O raio-x guarda as minhas respostas?
Não. Não há cadastro nem cookie, e nada do que você marca fica guardado: as respostas não saem do seu navegador. Se quiser conversar, o botão abre o WhatsApp com um resumo pronto, que você lê antes de mandar.
Quantas peças saem de uma diária?
O piso vai escrito no contrato: 50 peças na diária de 4 horas e 100 peças na diária de 8 horas. Cada peça é um corte de vídeo editado; as versões para cada rede não somam.
Preciso aparecer nos vídeos?
Não precisa ser o sócio: quem trabalha na área técnica, no campo e no atendimento costuma render mais. Ninguém decora texto: a conversa é conduzida pela equipe da Spore, e a captação acompanha a agenda que já existe.
Quanto custa?
O raio-x não dá preço: o valor sai depois do diagnóstico completo, porque depende da rotina e do volume. Para contratos a partir de 6 meses, existe uma entrada com meias diárias por mês. A conversa de 30 minutos diz se cabe na sua rotina.
Serve para gabinetes de mandato?
Serve. Para gabinetes, o serviço é a comunicação da atividade do mandato, dentro das regras da Casa. Campanha é outro contrato, feito com a campanha.
E o tráfego pago?
A Spore dá a base: as peças prontas para cada rede, que a sua equipe pode impulsionar. Se já existe quem cuida do tráfego, a Spore trabalha junto e, com a análise contratada, indica as peças que mais rendem para impulsionar.
Prefere conversar? Uma conversa de 30 minutos faz o mesmo raio-x, pergunta por pergunta.
Você conta a rotina; a Spore diz o que vira peça, quem pode aparecer e por onde começar. O valor sai depois do diagnóstico da sua rotina, porque depende do volume.
Fale com a Spore pelo WhatsAppAbre o WhatsApp com a mensagem pronta. Quem responde primeiro é a IA da Spore, que chama uma pessoa da equipe quando precisa.