Estudo Spore 01: O que sustenta a frequência de vídeo.
Três coisas lado a lado: o que os estudos públicos recomendam por semana, o piso de vídeos que um contrato escreve e um caso medido de uma consultoria. É um estudo de caso de um cliente, e não uma média do mercado.
O que encontramos
Quatro achados, cada um com fonte e data.
Os dois primeiros são de estudos públicos. Os outros dois são da Spore: o piso do contrato e um caso medido.
A régua pública é semanal e muda de rede para rede
O estudo do Buffer publicado em 13/08/2025 recomenda de 3 a 5 posts por semana no feed do Instagram. O estudo do Buffer publicado em 08/10/2025 mostra que de 2 a 5 posts por semana dá o maior salto por post no TikTok, em relação a postar uma vez por semana. O estudo do Buffer publicado em 28/08/2025 indica que de 2 a 5 posts por semana já traz um ganho de alcance, ainda modesto, no LinkedIn. E o guia da mLabs publicado em 06/06/2025 indica 1 a 3 Shorts por semana no YouTube, uma recomendação de prática de mercado, sem estudo próprio citado. O estudo do Buffer sobre o Instagram analisou fotos, carrosséis e reels, e o do LinkedIn, posts de todos os formatos; só o do TikTok e o guia da mLabs, sobre Shorts, são de vídeo.
Postar mais muda o teto, não o post típico
No estudo do Buffer sobre o TikTok, publicado em 08/10/2025, de 1 post por semana para 11 ou mais, a mediana de visualizações por post quase não mudou, de 489 para 459. O que subiu foi o percentil 90, o post que fica entre os 10% melhores: de 3.722 para 14.401 visualizações. Comparando cada conta com ela mesma, o Buffer mostra até 17% mais visualizações por post com 2 a 5 posts por semana e até 34% mais visualizações por post com 11 ou mais posts por semana. Como a mediana ficou parada, o ganho vem dos posts que estouram, e não do post típico.
Frequência vira conta de produção, e o piso vai no contrato
Na Spore, o piso de peças vem escrito no contrato: 100 vídeos editados numa diária de 8 horas e 50 vídeos editados numa diária de 4 horas. No produto de entrada (2 meias diárias por mês, contrato a partir de 6 meses), o piso é de 100 peças por mês. Peça é cada corte de vídeo editado; as versões do mesmo corte para cada rede não somam. Na faixa que o estudo do Buffer recomenda para o Instagram, de 3 a 5 posts por semana no feed, o piso de 100 vídeos editados numa diária de 8 horas dá material para várias semanas numa rede. É uma conta de produção, e não uma promessa de resultado: o piso é o mínimo do contrato, e o que cada vídeo faz nas redes depende da conta.
Um caso medido: a Pactue, no mesmo período
Este é um estudo de caso de um cliente, e não uma média do mercado. A Pactue, consultoria empresarial em São Paulo, autorizou a publicação. No mesmo período, os 22 dias com a Spore (16/09 a 07/10/2026) contra os 22 dias com a agência anterior (25/08 a 15/09/2026): as visualizações dos vídeos foram de 238 para 4.956, 20,8 vezes, com 33 vídeos contra 6. Sem post impulsionado; compartilhamentos em zero. Com 33 vídeos contra 6, a comparação é de volume, e não de vídeo contra vídeo. Leitura fixa da coleta de 08/10/2026.
Como fizemos
O método vai aberto.
O método é repetível, e cada edição registra uma nova leitura fixa, com a data.
- Estudos públicos: citados com o nome, a data de publicação e o link, e conferidos na fonte em 12/10/2026.
- Piso de contrato: o mínimo de vídeos editados que a Spore escreve no contrato de cada diária. Peça é cada corte de vídeo editado.
- Caso medido: uma leitura fixa de 08/10/2026 das redes da Pactue, só dos vídeos, dos 22 dias com a Spore contra os 22 dias com a agência anterior, sem post impulsionado.
- A leitura não muda depois de publicada. Os números ao vivo da conta mudam com a coleta diária e não entram neste estudo.
Limites
O que este estudo não mede.
- Não é uma média do mercado nem da carteira da Spore: o caso é de um cliente, numa janela curta.
- Não prova causa. A leitura compara dois períodos da mesma conta e não separa o efeito do método de outros fatores, como o conteúdo e a época.
- Não promete que outra conta terá o mesmo número. Para a sua conta, cada número é uma hipótese a testar.
- Não mede o que cada vídeo fez sozinho: com 33 vídeos contra 6, a comparação é de volume.
- Não mede venda nem conversão. O dado do caso é de visualizações dos vídeos.
- Os estudos de fora medem contas e épocas diferentes das da Spore, e cada um tem as limitações dele. Vale ler a fonte.
- Não compara a Spore com outras produtoras.
- Falta a leitura de vários clientes em janelas iguais, que permitiria uma média da carteira. Este estudo ainda não traz esse dado.
Fontes
De onde vem cada número.
- Buffer, estudo sobre frequência no Instagram, publicado em 13/08/2025.
- Buffer, estudo sobre frequência no TikTok, publicado em 08/10/2025.
- Buffer, estudo sobre frequência no LinkedIn, publicado em 28/08/2025.
- mLabs, guia de frequência de postagens, publicado em 06/06/2025.
- Spore, piso de peças escrito no contrato de cada diária.
- Spore, coleta das redes da Pactue de 08/10/2026, para o caso medido, publicado com autorização da Pactue.
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Fale com a Spore pelo WhatsAppPerguntas
O que perguntam sobre este estudo.
Quantos vídeos postar por semana?
Depende da rede. O estudo do Buffer de 13/08/2025 recomenda de 3 a 5 posts por semana no feed do Instagram, e o de 08/10/2025 mostra que de 2 a 5 posts por semana dá o maior salto por post no TikTok, em relação a postar uma vez por semana. Comece pelo menor número da faixa e meça cada vídeo.
Este estudo vale para a minha empresa?
Como ponto de partida. O caso é de um cliente, numa janela curta, e os estudos de fora são de outras contas. Para a sua conta, cada número é uma hipótese a testar.
O caso da Pactue teve post impulsionado?
Não. O período do caso foi sem post impulsionado, e os compartilhamentos ficaram em zero. A leitura é a fixa de 08/10/2026, sem os números ao vivo.
O que é peça?
Peça é cada corte de vídeo editado. As versões do mesmo corte para cada rede não somam, e o piso do contrato conta peças.
Posso citar este estudo?
Pode, com a fonte, a data da página e a ressalva de que o caso é de um cliente, e não uma média do mercado. Para dados ou entrevista, veja a página de imprensa.
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